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MOBILIDADE
ATIVA

Existe um mito que a cidade de Salvador, não é uma cidade pedalável por conta do seu clima e das suas ladeiras. Será?!

Quando passamos pelo Subúrbio Ferroviário, Península Itapagipana, subindo em direção a  Orla Atlântica, percebemos que a afirmação anterior é uma falatório descabido.

Sabemos que os fatores climáticos e topográficos não são os motivos mais representativos que distanciam a população, que gostaria de pedalar mais em Salvador de serem usuários mais frequentes da bicicleta em nossa cidade, e sim uma melhor / maior infraestrutura cicloviária, além de segurança no trânsito.

Desde 2013, o poder público municipal começou uma política de investimento tímido na infraestrutura cicloviária, tais como: sistema de bicicletas compartilhadas, ciclovias e ciclofaixas, porém foi perceptível que a implementação desta infraestrutura cicloviária tinha um foco delimitado: regiões da área central e Orla Atlântica, diante deste direcionamento da gestão pública, fica fácil entender que a estruturação da política cicloviária soteropolitana está focada em atender o turismo / lazer da nossa cidade e a população que utiliza a bicicleta como forma de se deslocar para economizar o valor da tarifa do transporte coletivo como fica? 

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Infraestrutura e políticas cicloviárias

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No decorrer destes anos até o momento atual, a quantidade de usuários da bicicleta aumentou, seja para deslocamento ou esporte e lazer, pois sabemos que a implementação de ciclovias e ciclofaixas, desperta a demanda reprimida existente. Porém, vale salientar que a malha cicloviária da cidade não é conectada e tem muitos lugares que foi impementada de forma insegura onde compromete seu pelos ciclistas, tai como é o caso da ciclovia da Av. Suburbana, uma das maiores (12 km de extensão) e uma das esparsas ciclovia em área periférica, que infrige as condições de segurança, expondo seus usuarios ao risco de morte, em uma avenida com velocidade de 60 km/h, neste local tivemos um atropelamento fatal em 2019, om uma ciclista que se desequiibrou e caiu dentro da pista, onde um ônibus  a atropelou.  

São mais de 280 km de ciclovias e ciclofaixas espalhados por Salvador, mais de 40 estações de bicicletas compartilhadas, que facilita o acesso a quem não possui uma bicicleta, bicicletários públicos em diversas estações de metrô. Também é permitido utilizar o sistema metroviário, ascensores (Elevador Lacerda, Plano Inclinado Gonçalves, Plano Inclinado do Pilar, Plano Inclinado da Liberdade) e lanchinhas de posse da bici, favorecendo a intermodalidade com a bicicleta.

Há muito o que ser feito para a melhoria da infraestrutura cicloviária, a fim de garantir a segurança e a mobilidade dos ciclistas (ciclomobilidade). A lei garante a/o ciclista, por exemplo, o direito de usar as pistas para se locomover nos seus bordos. Ou seja: é dever do motorista respeitar e compartilhar as vias com as bicicletas.

 

Logo, como influência deste cenário inconsistente, a sociedade civil organizada se mobiliza para cobrar e acompanhar do poder público local, que mais recursos e atenção sejam designados a este modal. Desde 2010, acontece movimentações como Bicicletada Salvador Massa Crítica, que é um pedal manifesto que acontece na última sexta de cada mês, com o propósito de sensibilizar o público para o compartilhamento das vias de forma responsável e respeitosa por motoristas para os / as ciclistas. Outros movimentos surgiram posterioremente evidenciando a forma pontual e o planejamento escasso e incipiente que o poder público dedica a bicicleta em Salvador.

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bicicleta

A proposta deste acervo é elencar informações das mais diversas para termos um memorial da bicicleta, tanto em termos de política pública de mobilidade urbana e acesso à cidade, quanto em iniciativas de boas práticas realizadas por coletvos, organizações e grupos. Já que acreditamos que esta pode ser uma boa forma de pautar a participação social .

Mobicidade Salvador, Bike Anjo Salvador, La Frida Bike, Parceiros da Alegria e Giro Livre são alguns dos coletivos / organizações que surgiram ao longo deste tempo. Cada um / uma desenvolvendo  trahalhos / ações complementares.

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CLIQUE E SE INFORME!

O  espaço "Boas Práticas", que pode ser conferido clicando no botão ao lado, traz experiências, ações e projetos importante que envolvem a socidade civil utilizando a bicicleta como ferramenta de politização u transformação social. Venha conhecer e colabore se souber de alguma iniciativa! 

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